sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Crer e Acreditar!
Crer é muito mais do que querer. Quando o homem busca a Deus ele apenas consegue acreditar. Quando Deus busca o homem, este passa a crer. Aqueles que acreditam em Deus, deturpam sua imagem, a partir da revelação geral, a criação, a lei moral, a história, muito são capazes de chegar a acreditar em Deus, isso é crendice. Aqueles que creem em Deus, o fazem após serem impactados pela revelação especifica: A Palavra de Deus, a qual é viva.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Frases de uma oração
Verbalizado no evangelho O que se fez carne,
Prédica de minha boca és tu, ó Cristo.
Sujeito-me e adoro em verdade e Espírito,
A Ti minha oração, a adoração em frases.
Prédica de minha boca és tu, ó Cristo.
Sujeito-me e adoro em verdade e Espírito,
A Ti minha oração, a adoração em frases.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Oi gente, em breve estarei postando no meu blog uma meditação sobre a justiça de Deus. O foco do artigo é levantar e esclarecer um questionamento que muita gente tem:
Deus mata? Ou podemos ser ainda mais específicos: Deus mata justos?
Partindo de Ex 20.13 que diz: Não matarás podemos levantar áreas interessantes para refletir. Deus está acima de sua própria lei? Deus tem total controle sobre a vida humana ou o livre-arbítrio fala mais alto quando se trata de morte? O que realmente significa matar neste versículo? Deus fez exceções para sua lei de não matar? Deus alguma vez mandou matar?
pode deixar sua colaboração na caixinha.
Deus mata? Ou podemos ser ainda mais específicos: Deus mata justos?
Partindo de Ex 20.13 que diz: Não matarás podemos levantar áreas interessantes para refletir. Deus está acima de sua própria lei? Deus tem total controle sobre a vida humana ou o livre-arbítrio fala mais alto quando se trata de morte? O que realmente significa matar neste versículo? Deus fez exceções para sua lei de não matar? Deus alguma vez mandou matar?
pode deixar sua colaboração na caixinha.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Para cada ação pecaminosa, há uma reação,
Contexto
O livro de Habacuque acontece em um ponto da historia que o povo de Deus cria nEle, mas vivia como se o próprio não existisse. Seus mandamentos foram deixados de lado e a pobreza e miséria tinham um crescimento diretamente proporcional ao da iniqüidade. Deus usou de muita misericórdia, mas o povo atingiu um nível tão elevado de injustiça que a sua glória estava sendo usurpada. Diante disso Habacuque clama a Deus, e zeloso pela sua gloria espera por uma resposta consoladora que daria um fim naquilo. O profeta reagiu sensivelmente ao pecado, já o povo estava adormecido em seus delitos, e reagia indiferentemente a tudo aquilo.
Vamos ver a seguir mais detalhadamente como foram ambas as reações, lembrando sempre que para cada ação pecaminosa, há uma reação. Qual tem sido nossa reação?
Hb 1.2-4
2.Até quando, Senhor, clamarei por socorro, sem que tu ouças? Até quando gritarei a ti: "Violência! " sem que tragas salvação?
3.Por que me fazes ver a injustiça, e contemplar a maldade? A destruição e a violência estão diante de mim; há luta e conflito por todo lado.
4.Por isso a lei se enfraquece e a justiça nunca prevalece. Os ímpios prejudicam os justos, e assim a justiça é pervertida
Como o povo reagia acerca do próprio pecado?
Hc 1.4 Indiferença
· Frouxidão da lei – ah, não é bem assim...
· Falta de justiça – ah, eu arco com as consequências...
· Injustos cercando os justos, pressão – ah pára de ser santinho... qual o problema em fazer isso?
· Perversão da justiça – tudo é relativo, o que é errado para você pode não ser para mim.
Como Habacuque se sentia acerca do pecado do povo:
Hc 1.2,3 Sensibilidade
· Abre o coração para Deus de forma honesta e sincera.
· Compara aquilo que conhece sobre Deus, sua teologia, com sua experiência de Vida e mesmo não compreendendo as atitudes de Deus em sua plenitude, aceita.
Aplicações
· Como nos sentimos acerca do pecado do mundo?
o Agimos com indiferença não nos preocupando com nosso testemunho e não anunciamos as boas novas aos que estão caminhando rumo a condenação?
o Somos sensíveis a isso, sofremos juntos quando a gloria de Deus é ofendida? Então reajamos:
Evangelizemos para que haja conversão!
· Como nos sentimos acerca do pecado dos irmãos?
o Somos indiferentes preferindo manter uma amizade que não procura edificação, mas acomodação e não falamos do erro do irmão com medo de sua reação?
o Somos sensíveis e sofremos junto por causa da desonra a gloria de Deus? Sentimos dor pelo membro do corpo que está doente espiritualmente? Reajamos:
Exortemos ao irmão em amor, por zelo da gloria de Deus, mesmo que amizades terminem, mesmo que sejamos mal vistos e passemos situações constrangedoras. Devemos ansiar pelo arrependimento do irmão.
· Como nos sentimos acerca de nossos pecados?
o Praticamos o ateísmo prático e continuamos a vida como se Deus não existisse, numa tentativa inútil de nos escondermos dEle?
o Nos humilhamos? Nos arrependemos? Abrimos nosso coração a Deus? Devemos sentir nojo do pecado e nos entristecer quando cedemos a ele. E caindo, procuremos a Deus para abrir e derramar nosso coração. Não precisamos nos sentir bem conosco, precisamos ser perdoados de nossos pecados e deixá-los. Reajamos:
Deixemos o pecado e procuraremos a santidade, sem a qual ninguém verá a Deus. Humilhemo-nos diante de Deus e com esta atitude estaremos exaltando Seu Bom nome.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Rm 11.33-35 Porque dele, e por meio dele, e para ele são todas as coisas.
Contexto da carta
Romanos: uma exposição e uma defesa do evangelho da graça
F. F. Bruce chama Romanos de “o evangelho segundo Paulo
Paulo não fundou a igreja de Roma, nem havia ainda visitado aqueles irmãos
PROPÓSITO
Diferentemente das outras cartas, Paulo não escreveu aos romanos para resolver problemas. Então Faz uma exposição detalhada do evangelho. Paulo escreve Romanos para repartir com a igreja da capital do império o significado do evangelho.
O livro de Romanos, assim como toda a bíblia, exalta a Deus e humilha o homem. Ela mostra que:
Texto Rm 11.33-35 - Cada um destes versículos diz algo sobre Deus, diante disso podemos ter algumas certezas sobre nossa compreensão das coisas que Deus faz:
Vs.33 – não vou compreender
Infinitude
O grande oceano chamado Deus, não cabe no copinho de café da mente humana. A bíblia é a revelação de Deus para o homem, mas não revela tudo de Deus para o homem. (Granconato)
O homem não pode conhecer completamente a Deus assim como a suas atitudes, há coisas que Deus faz que não iremos compreender, ao menos não em vida.
Deus transcende o tempo e o espaço.
Isaiah 44:6 6 Assim diz o SENHOR, Rei de Israel, seu Redentor, o SENHOR dos Exércitos: Eu sou o primeiro e eu sou o último, e além de mim não há Deus.
"Ò Senhor, quão variadas são as tuas obras. Todas as cousas fizeste com sabedoria..." (Salmo 104:24). Na verdade, só podemos observar uma pequeníssima parte destas obras de Deus.
Nossa mente pára no finito, e depois disto só pode contemplar o infinito e dizer
Ò profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus
Vs. 34 – não consigo entender
Isaiah 40:13-14 13 Quem guiou o Espírito do SENHOR? Ou, como seu conselheiro, o ensinou? 14 Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse compreensão? Quem o instruiu na vereda do juízo, e lhe ensinou sabedoria, e lhe mostrou o caminho de entendimento?
"Tal ciência é para mim maravilhosíssima; tão alta que não a posso atingir" (Salmo 139:6).
Vs. 35 – não preciso entender
Job 41:11 11 Quem primeiro me deu a mim, para que eu haja de retribuir-lhe? Pois o que está debaixo de todos os céus é meu.
Soberania
Deus tem o direito inerente e absoluto de controle sobre todas as coisas criadas.
Ephesians 1:11 11 nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade,
Deus estava sozinho quando elaborou os Seus decretos, e as Suas determinações não foram influenciadas por nenhuma causa externa. Ele era livre para decretar ou não, e para decretar uma coisa e não outra. É preciso atribuir esta liberdade Àquele que é supremo, independente e soberano em tudo que faz.
Aplicação –
Diante de situações que me deixam com medo, com sentimento de impotencia:
Não compreendo, porém confio.
Em cada caso em que Deus tenha decretado um fim, decretou também todos os meios para esse fim. Aquele que decretou a salvação dos Seus eleitos, também decretou produzir fé neles (2 Tessalonicenses 2:13).
Diante de situações que me entristecem:
Não compreendo, mas sou consolado
Em tempos de aflição, ele diz com Jó: "Mas ele sabe o meu caminho... " (23:10).
Não compreendo, mas sou Confortado
Em tempos de fadiga e fraqueza, os crentes podem assegurar-se de que Deus ".., conhece a nossa estrutura; lembra-se de que somos pó" (Salmo103:14).
Enfim:
Temos estímulo para orar.
Não há motivo para temer que as petições do justo não serão ouvidas, Ele conhece os pensamentos e as intenções do coração.
Não há perigo de que um santo seja passado por alto no meio da multidão de suplicantes que todo dia e toda hora apresentam as suas variadas petições, Ele é capaz de tratar de cada um.
Ele previu todas as minhas quedas, todos os meus pecados, todas as minhas reincidências; todavia, fixou em mim o Seu coração, Como a percepção disto deveria fazer-me prostrar em admiração e adoração diante dEle! A.W. Pink
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Para evitar o divórcio.
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Nossa aliança com Deus é inquebrável, deveria ser diferente com o cônjuge? |
O Apóstolo Paulo, um autor bíblico que tratou em várias oportunidades sobre vida cristã, e de modo mais específico sobre lar cristão, oferece àqueles que perseguem uma vida de santidade palavras que quando seguidas e praticadas tornam o crente uma pessoa muito mais fácil de se lidar. Sendo alguém que tem a mente de Cristo, torna-se muito difícil de ter problemas de relacionamento, pelo menos eles não serão causados por falhas de caráter. Um dos textos em que se pode tirar grandes lições de como ser alguém de fácil convivencia é o de gálatas 5.22-26. Este texto serve de norte, pois cita algumas características daquele que deseja ser igual a Cristo e nega suas vontades em prol do próximo, deixando o orgulho de lado.
O fruto do espírito, de que fala o apóstolo, significa o resultado de uma obra consrante e poderosa do Espírito Santo na vida de cristãos verdadeiros. O fruto é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidao, dominio próprio. Interessante notar que todas essas características são completamente necessárias para uma vida a dois. O amor de que Paulo fala é o mesmo amor que Cristo teve pela igreja, um amor que suportou dor, rejeição e traição por parte dos seus familiares e amigos próximos, humilhação, por fim a morte imerecida. Jo 15.13 explicita o que Jesus acha do amor, o padrão é muito elevado, e não só pelos amigos, mas primeiramente pelo conjuge é que este amor deve ser exercido. Deixar as vontades de lado pode ser doloroso, passar por cima de uma traiçao e estar disposto a recomeçar pode parecer humilhante, dispor tempo para conversar e ouvir por vezes é cansativo, sacrificar o orgulho e devolver com amor as palavras ofensivas do esposo ou esposa é muito difícil, mas em tudo isto Jesus deu o exemplo. Não são atitudes fáceis, também não são impossíveis, e a relação custo-benefício e completamente favorável. Ter paz no relacionamento e crescimento a partir de uma convivencia sadia é muito mais lucrativo do que as crises a serem enfrentadas, alegria no coração é o que o cristão precisa para seguir em frente e ter disposição de dormir e acordar ao lado da pessoa com quem prometeu passar o resto de seus dias. A longanimidade, ou paciência, é também mencionada por Paulo. Grande porcentagem dos divórcios acontecem porque o casal não consegue lidar com a raiva e o ressentimento contra o outro, acumulado através dos anos. Cada erro cometido novamente vai minando a paciência daquele que não sabe perdoar e relevar. Normalmente os divorciados se justificam dizendo que houve uma incompatiblidade de genios e por isso não puderam continuar juntos, mas claro que é apenas uma desculpa por não estarem dispostos a fazerem ajustes em si mesmos. A benignidade e bondade estão muito ligados a fidelidade, pois quem está revestido destes quer sempre o bém do próximo e faz de tudo pelo próximo, e quando se tem isso no coração a fidelidade é uma conseqüência. A infidelidade conjugal é aceita pela sociedade em geral como algo normal, sendo muito comum. E a infidelidade não se demonstra apenas com o ato sexual fora do casamento, ou o olhar sujo para outro além do parceiro, mas também nas mentiras, mentir é trair. Quando o conjuge é privado da verdade é privado também da fidelidade, não se pode confiar em quem mente. Mansidão também é citada por Paulo como sinal de maturidade cristã. Quando o marido agride a esposa com palavras e esta consegue se manter tranquila e esperar a raiva do marido passar para que conversem de modo respeitoso sobre o problema, há uma chance de reconciliação, o falar com brandura é algo que pode salvar o casamento. E por fim o domínio próprio. Ter controle sobre o seu eu talvez seja a a mais importante qualidade para um casamento feliz, sendo também a mais difícil de alcançar. Ter o controle sobre nossas emoções e reações é algo que se alcança com muita perseverança. Diante de todas as crises que o casamento tráz há duas possibilidades: fugir, abortar, desistir e continuar sendo a mesma pessoa imatura na fé que era no começo do relacionamento, ou crescer enfrentando cada uma delas e resolvendo os problemas, edificando e sendo edificado.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Será, Ceará?
Ceará, onde a terra está sempre em chamas
Chama por obreiros que da obra têm sede,
Cede tua vida homem e corre para a seara
Sara as feridas do povo que de dor Clama.
Ceará, onde os sonhos se perdem no solo,
Solos cantados sempre em uma só nota, Dó
Doa também o teu tempo, ajoelha e ora
Ora, chegou a Hora, será, Ceará?
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